Juiz reabre caso de assédio sexual contra Marilyn Manson em Los Angeles

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Um juiz de Los Angeles reabriu um processo de assédio sexual contra o músico Marilyn Manson, após uma nova legislação permitir que casos antigos sejam analisados novamente. A ação legal foi apresentada em maio de 2021 por uma ex-assistente do cantor, que alega ter sido assediada durante o período em que trabalhou para a Manson Records entre 2010 e 2011. O caso havia sido rejeitado em dezembro de 2021 por ultrapassar o prazo legal para sua apresentação.

A nova lei, que visa dar voz a vítimas de assédio sexual que não puderam processar os agressores devido à prescrição, permite que casos anteriores sejam reabertos. Essa mudança legislativa reflete um movimento crescente nos Estados Unidos para lidar com acusações de agressão sexual e oferecer um novo caminho para as vítimas buscarem justiça. O desfecho deste caso pode ter implicações significativas não apenas para Manson, mas também para outros casos semelhantes que poderão ser reavaliados sob essa nova perspectiva legal.

Com a reabertura do processo, o músico enfrentará um escrutínio renovado, o que pode impactar sua carreira e imagem pública. Além disso, essa situação pode encorajar outras vítimas a se manifestarem e buscarem reparação legal por experiências semelhantes. O desdobramento deste caso será observado de perto por advogados e defensores dos direitos das vítimas, pois pode estabelecer precedentes importantes na luta contra a impunidade em casos de assédio sexual.

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