Julio Casares renuncia após denúncias de saques irregulares no São Paulo

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

Julio Casares anunciou sua renúncia à presidência do São Paulo Futebol Clube em 21 de janeiro de 2026, em meio a investigações que apuram saques de R$ 11 milhões nas contas da entidade. A Polícia Civil, liderada pelo delegado Tiago Fernando Correia, aponta indícios de uma associação criminosa que pode envolver dirigentes e prestadores de serviço do clube, levantando sérias preocupações sobre a gestão financeira e a origem da dívida bilionária do São Paulo.

As investigações revelaram que, desde outubro do ano passado, foram realizados 35 saques em dinheiro vivo, considerados atípicos pelas instituições financeiras. A apuração inclui também a ex-mulher de Casares e sua filha, que foram envolvidas em depósitos que levantam suspeitas sobre a ligação entre os saques e o dinheiro depositado em suas contas. A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo trabalham em conjunto para esclarecer as irregularidades e dar celeridade ao processo.

O escândalo se agrava com a denúncia de venda ilegal de camarotes no Morumbi, que culminou em pressões por parte de diretores do clube. A criação de uma força-tarefa pelo Ministério Público visa intensificar as investigações sobre a gestão de Casares, que, ao renunciar, se defendeu alegando que as acusações são baseadas em

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