Julio Iglesias enfrenta acusações de assédio e imposição de exames médicos

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

O cantor espanhol Julio Iglesias, ícone da música pop, é alvo de acusações de assédio sexual e de obrigar funcionárias a realizarem exames de saúde sexual. As denúncias, que surgiram em 14 de janeiro de 2026, envolvem duas ex-funcionárias que alegam ter sido assediadas enquanto trabalhavam nas mansões do cantor na República Dominicana e nas Bahamas. Além disso, uma terceira ex-funcionária afirma ter sido forçada a se submeter a exames ginecológicos sem necessidade relacionada ao seu trabalho.

As investigações, conduzidas por elDiario.es e Univision Noticias, revelaram um alarmante padrão de abuso, incluindo jornadas de trabalho de até 16 horas sem descanso ou contratos formais. Organizações de direitos humanos também apontaram que as mulheres enfrentaram violência física, psicológica e econômica, configurando um ambiente de trabalho abusivo. As denúncias foram formalmente apresentadas ao Ministério Público da Espanha, que investiga potenciais crimes de tráfico de pessoas e trabalho forçado.

As implicações dessas acusações são profundas, afetando não apenas a reputação de Iglesias, mas também levantando questões sobre a exploração de trabalhadores em situações vulneráveis. O inquérito segue em sigilo, enquanto especialistas alertam para a necessidade de proteção às vítimas. Julio Iglesias ainda não se pronunciou publicamente sobre as alegações, que podem resultar em sérias consequências legais.

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