Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias, um renomado cantor espanhol, apresentaram denúncias de assédio sexual e agressões, alegando que os episódios ocorreram em sua residência no Caribe durante 2021. As denunciantes, identificadas como Rebeca e Laura, relatam um ambiente de trabalho marcado por abusos graves, incluindo humilhações verbais e toques não consentidos, evidenciando uma cultura de controle e vigilância excessiva na casa do artista.
Segundo a investigação realizada pelo jornal elDiario.es em conjunto com a Univision Noticias, as funcionárias foram alvo de práticas abusivas que incluíam jornadas de até 16 horas e restrições severas à sua liberdade. As vagas eram direcionadas a mulheres jovens, sendo recrutadas sob condições que favoreciam a exploração. As denúncias são apoiadas por um conjunto robusto de provas, como mensagens e documentos médicos que corroboram as alegações.
As implicações desse caso vão além das denúncias individuais, levantando questões sobre a dinâmica de poder em ambientes de trabalho domésticos e a necessidade de proteção para trabalhadores. Julio Iglesias, até o momento, não fez comentários sobre as acusações, o que pode gerar repercussões significativas em sua carreira e na percepção pública sobre seus comportamentos. O desdobramento desse caso pode influenciar discussões sobre assédio e direitos trabalhistas em contextos semelhantes.

