No dia 15 de janeiro de 2026, o Kremlin declarou que a Rússia concorda com a avaliação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, está obstruindo as negociações para um acordo de paz na guerra entre os dois países. Durante uma entrevista, Trump expressou sua crença de que o presidente russo, Vladimir Putin, estaria disposto a negociar, caso houvesse um comprometimento por parte de Zelensky.
Essa afirmação de Trump contrasta com as posições de aliados europeus, que sustentam que a Rússia tem pouco interesse em encerrar o conflito, preferindo expandir seu território. A Rússia controla atualmente cerca de um quinto da Ucrânia, incluindo a península da Crimeia, e exige que a Ucrânia retire suas tropas de regiões em disputa, o que Kiev se recusa a aceitar. As negociações lideradas pelos EUA estão se concentrando em garantias de segurança para a Ucrânia pós-guerra, mas há ceticismo sobre a disposição de Putin em aceitar os termos propostos.
As tensões aumentaram após a Rússia acusar a Ucrânia de ter tentado atacar uma residência de Putin, o que Kiev nega. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que Moscou está disposta a receber enviados de Trump para continuar as discussões sobre o conflito. Com o impasse atual, a situação permanece incerta, e a comunidade internacional observa atentamente os próximos passos nas negociações de paz.

