Em 21 de janeiro, líderes europeus reagiram à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender tarifas à Europa e avançar nas negociações sobre a Groenlândia. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, celebrou o recuo das tarifas, destacando a importância do diálogo entre aliados. O ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, também manifestou satisfação, embora tenha advertido sobre as ambições de Trump.
A ministra de Relações Exteriores da Suécia, Maria Stenergard, expressou esperança com o recuo das tarifas, mas lembrou que a União Europeia deve se manter firme diante de pressões. O vice-chanceler da Alemanha, Lars Klingbeil, alertou que é cedo demais para afirmar que as tensões entre os EUA e a Europa acabaram, pedindo cautela nas expectativas. A situação é vista como um teste crucial para a diplomacia ocidental e a segurança na região do Ártico.
O primeiro-ministro dos Países Baixos, Dick Schoof, destacou a necessidade de um esforço conjunto entre EUA, Canadá e Europa para garantir a segurança na região, especialmente diante das ameaças da Rússia e da China. Enquanto isso, o líder russo, Vladimir Putin, minimizou a questão da posse da Groenlândia, ressaltando que não é uma preocupação para Moscou. A evolução deste acordo pode ter impactos significativos nas relações internacionais e na dinâmica política da região.

