No último sábado, 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram um ataque à Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro. O ato foi amplamente criticado por líderes mundiais e pela Organização das Nações Unidas (ONU), que classificaram a ação como uma violação do direito internacional. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, expressou profunda preocupação com a falta de respeito às normas internacionais, que visam prevenir conflitos entre nações.
Diversos governos, incluindo o do Brasil, representado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também se manifestaram contrários ao ataque, enfatizando que essa ação pode levar a um aumento da violência e instabilidade global. A China e a França, entre outros, condenaram a operação militar, ressaltando a necessidade de seguir o princípio da não utilização da força, que é fundamental para a manutenção da paz e segurança internacional. A União Europeia pediu a todos os envolvidos que respeitem os princípios do direito internacional.
As consequências desse ataque podem ser significativas, não apenas para a Venezuela, mas para toda a América Latina. Especialistas em relações internacionais alertam que a violação das normas estabelecidas pode resultar em uma escalada de tensões entre potências e um aumento da instabilidade regional. A questão da legalidade das ações dos EUA também está sendo debatida, uma vez que o governo americano não consultou o Congresso nem o Conselho de Segurança da ONU antes de agir, desafiando tanto a legislação interna quanto os acordos internacionais.

