Líderes de diversas nações reagiram com indignação e preocupação à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, realizada pelos Estados Unidos no último sábado. O presidente Donald Trump anunciou a operação militar após uma série de explosões em Caracas, destacando a ação como um esforço para pressionar Maduro a ceder o poder, em meio a acusações de tráfico de drogas e fraudes eleitorais.
O ataque militar representa a maior operação dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. Países da América do Sul expressaram forte condenação, enquanto aliados dos EUA, como o Reino Unido, pediram prudência e respeito ao direito internacional. A Rússia e a China também se manifestaram, considerando a ação uma violação da soberania venezuelana e do direito internacional.
As implicações desse ato militar são profundas, gerando um debate sobre a legitimidade das ações dos EUA e suas consequências para a estabilidade regional. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente colombiano, Gustavo Petro, pediram um forte posicionamento da comunidade internacional, alertando que essa violação pode levar a um aumento da violência e da instabilidade na América Latina. A situação continua a evoluir, com líderes globais pedindo diálogo e respeito às normas internacionais.

