O escândalo financeiro envolvendo o Banco Master se intensificou com a liquidação do Will Bank, decretada pelo Banco Central do Brasil em 21 de janeiro de 2026. A medida foi tomada devido à insolvência da fintech e sua relação direta com o banco, que já enfrentava sérias dificuldades financeiras. A decisão ressalta as fragilidades do sistema financeiro brasileiro e as implicações para os investidores.
A agência de notícias Reuters destacou que a liquidação do Will Bank aumenta o peso sobre o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que deve desembolsar cerca de 6,3 bilhões de reais para compensar os clientes prejudicados. Essa situação gera incerteza para investidores que possuem aplicações acima do limite garantido, já que a proteção do FGC se aplica a todo o conglomerado financeiro. O caso levanta questões sobre a supervisão regulatória e a responsabilidade das instituições financeiras no Brasil.
O escândalo, que vem sendo acompanhado de perto pela mídia internacional, revela a magnitude das fraudes detectadas, com estimativas de perdas que chegam a 12 bilhões de reais. O impacto social e econômico desse colapso financeiro pode levar a uma revisão das políticas de segurança e garantia de depósitos no país. A trajetória de Daniel Vorcaro, envolvido nesse esquema, também atrai atenção por seu estilo de vida luxuoso e as consequências de sua queda.

