O Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Will Bank, braço digital do Banco Master, em 21 de janeiro de 2026, em resposta à grave crise financeira da instituição. Essa decisão ocorre em um contexto de crescente tensão política e desafios institucionais, afetando diretamente a imagem do Supremo Tribunal Federal, que lida com investigações relacionadas ao caso.
A crise do Banco Master, que inicialmente parecia ser um problema meramente financeiro, evoluiu para um desafio político significativo. O Banco Central, após tentar preservar o braço digital com um regime especial de administração, optou pela liquidação ao não encontrar interessados na venda da operação. A condução do caso pelo Supremo, atualmente sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, é criticada, acentuando a pressão sobre o tribunal em um ano eleitoral conturbado.
Com a crise do Banco Master, questões relacionadas à atuação do STF estão em evidência, especialmente em um ambiente político polarizado. O presidente da Corte, Edson Fachin, busca mitigar o desgaste institucional e preservar a imagem do Judiciário em um cenário repleto de controvérsias. As decisões e a gestão do tribunal, somadas à crise financeira, indicam um período desafiador que pode impactar a credibilidade das instituições brasileiras.

