Lula critica intervenção dos EUA na Venezuela e se oferece para mediar diálogo

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

Em 3 de janeiro de 2026, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua forte oposição aos ataques dos Estados Unidos à Venezuela, que culminaram na captura do presidente Nicolás Maduro. O líder brasileiro já havia se posicionado anteriormente contra a intervenção militar, alertando que isso poderia causar uma catástrofe humanitária na região e desestabilizar as relações internacionais.

Durante suas declarações, Lula reiterou que a Venezuela deve decidir seu próprio destino, sem interferências externas. Em um evento em Brasília, ele destacou que a soberania do povo venezuelano deve ser respeitada, enfatizando que o Brasil não deve ser comparado à Venezuela. O presidente também se ofereceu para atuar como mediador entre os dois países, sugerindo que a América do Sul deve ser uma região de paz e diálogo.

As declarações de Lula têm implicações significativas para as relações entre Brasil, Venezuela e Estados Unidos. Ao buscar um papel de mediador, o presidente brasileiro pode tentar restaurar o diálogo e a cooperação na região, ao mesmo tempo em que reafirma o compromisso do Brasil com a soberania e a paz. Este movimento poderá influenciar as dinâmicas políticas e diplomáticas na América do Sul nos próximos meses.

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