Em 30 de janeiro de 2019, o ex-presidente Lula foi barrado de comparecer ao velório de seu irmão, Genival Inácio, conhecido como Vavá. A autorização para que ele deixasse a prisão em Curitiba foi concedida pelo juiz José Antonio Dias Toffoli, com condições restritas, o que gerou frustração entre os familiares presentes na cerimônia em São Bernardo do Campo, SP.
A decisão de Toffoli, que havia sido advogado de Lula e do Partido dos Trabalhadores por anos, foi vista como um desrespeito pelo ex-presidente. Durante um encontro em 2022, Lula e Toffoli discutiram o incidente, com o juiz pedindo desculpas pela situação constrangedora. A relação entre ambos, marcada por tensões e ressentimentos, reflete um contexto mais amplo de conflitos no sistema judiciário brasileiro.
A situação ressalta a complexidade das relações entre o Judiciário e a política no Brasil, especialmente em um ano eleitoral. O caso Master, que envolve escândalos financeiros e políticos, traz à tona desafios que podem impactar o governo atual e a estabilidade institucional. As ações e decisões dos protagonistas desse episódio continuarão a reverberar na sociedade brasileira nos próximos anos.

