Maduro e esposa são capturados em operação militar dos EUA

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Na madrugada de sábado, 3, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por militares dos Estados Unidos em uma operação que, segundo fontes, ocorreu enquanto o casal dormia em sua residência no complexo militar do Forte Tiuana. A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu provas de vida, enquanto o ex-presidente Donald Trump declarou ter assistido à captura ao vivo, ressaltando a natureza audaciosa da missão.

A operação é descrita como uma resposta a acusações de Maduro de liderar uma organização criminosa ligada ao narcotráfico, com o governo dos EUA oferecendo recompensas por sua captura. A secretária de Justiça dos EUA, Pam Bondi, afirmou que Maduro enfrentará a Justiça americana, enquanto especialistas discutem as implicações legais e éticas da ação militar. A situação é amplamente vista como um reflexo das tensões entre Washington e Caracas, com a possibilidade de uma escalada nas hostilidades.

As repercussões da operação podem ser significativas, tanto para a política interna da Venezuela quanto para as relações internacionais. A captura de Maduro pode levar a uma mudança de poder em Caracas, além de acirrar a resposta militar americana na região. O desdobramento dessa ação levanta questões sobre a legitimidade da intervenção e as reações de outros países da América Latina frente à postura militar dos EUA.

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