Nicolás Maduro foi detido ao chegar nos Estados Unidos, onde foi visto usando uma blusa da marca Origin, conhecida como “azul patriota”. O proprietário da marca, Pete Roberts, fez comentários nas redes sociais, associando a peça ao conceito de liberdade, enquanto anunciou a pré-venda do produto, que será enviado na primavera. O caso rapidamente ganhou atenção nas mídias sociais, com Roberts recebendo uma onda de mensagens sobre a situação inusitada.
Durante uma gravação, Roberts expressou sua surpresa com a viralização das imagens de Maduro e destacou a ironia de que a blusa que o ex-ditador usava simbolizava liberdade. Ele mencionou que a marca Origin foi criada para revitalizar a economia local em Maine e se opor ao que considera ser uma ganância associada ao socialismo, representado por Maduro. O episódio também provoca reflexões sobre o papel das empresas em aproveitar eventos políticos para promoção e lucro.
Esse incidente não é isolado, já que outras marcas também aproveitaram crises internacionais para impulsionar suas vendas, como foi o caso de uma empresa alemã que brincou sobre o uso de um de seus produtos em um assalto famoso. As ações de Roberts podem intensificar o debate sobre ética empresarial em tempos de crise, levantando questões sobre a sensibilidade necessária em contextos políticos delicados.

