A mãe do filho de Elon Musk moveu uma ação judicial contra a empresa xAI, responsável pela plataforma Grok, devido à produção de deepfakes envolvendo sua imagem. O processo foi protocolado em 16 de janeiro de 2026, e a xAI reagiu com uma contra-ação, alegando que a demandante violou os termos de serviço da plataforma.
A controvérsia destaca a crescente preocupação com a manipulação digital e os impactos éticos das tecnologias de inteligência artificial. Deepfakes, por sua natureza, podem causar danos significativos à reputação e à privacidade de indivíduos, criando um cenário desafiador para as plataformas que hospedam esse tipo de conteúdo.
As implicações desse caso podem reverberar em discussões mais amplas sobre regulamentação e responsabilidade digital. A forma como os tribunais decidirem sobre a responsabilidade da xAI pode estabelecer precedentes importantes para futuras disputas envolvendo tecnologias emergentes e direitos de imagem.

