O senador Magno Malta (PL-ES) tentou visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro no dia 17 de janeiro, na unidade conhecida como Papudinha. No entanto, sua entrada foi vetada pela Polícia Militar do Distrito Federal devido à falta de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme relatado em um ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes. O parlamentar se dirigiu ao local com a intenção de verificar o estado de saúde do ex-presidente, mas foi informado que a visita não poderia ser realizada sem a devida autorização judicial.
Durante sua tentativa de visita, Malta questionou a possibilidade de realizar uma oração na unidade, o que também foi negado. A assistência religiosa ao ex-presidente está restrita a horários e pessoas especificadas na decisão do STF. Após ser informado sobre as restrições, o senador deixou o local sem mais incidentes, conforme registrado pela PMDF, que destacou que todas as ações seguiram os princípios de legalidade e segurança institucional.
O episódio levanta questões sobre a transparência e as condições de detenção do ex-presidente, além de evidenciar as limitações impostas por decisões judiciais em relação a visitas. A situação também pode impactar o relacionamento entre o STF e os parlamentares, especialmente em um contexto onde a saúde e o bem-estar de figuras públicas sob custódia estão em discussão. Assim, o caso continua a gerar interesse e especulação na esfera política.

