Com a queda das primeiras bombas americanas sobre Caracas, militantes chavistas, liderados por Jorge Suárez, se armam e partem para o combate. Suárez, de 50 anos, é membro de um dos ‘coletivos’, grupos armados que defendem a Revolução Bolivariana. Ele expressa seu descontentamento com a falta de preparo do governo, afirmando que a traição interna é uma possibilidade.
Os ‘coletivos’ se apresentam como defensores da comunidade, realizando atividades sociais, culturais e educacionais. Contudo, não hesitam em usar suas armas para proteger a revolução, especialmente após o ataque aéreo que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. O clima de incerteza permeia as declarações dos militantes, que falam sobre traições e a necessidade de se prepararem para novos enfrentamentos.
A situação na Venezuela se torna cada vez mais tensa, com os ‘coletivos’ se posicionando como uma força importante na luta contra a oposição. A captura de Maduro e a resposta do governo americano levantam questões sobre o futuro político do país. Com as relações entre Venezuela e Estados Unidos se deteriorando, os militantes permanecem firmes, prontos para resistir a qualquer tentativa de desestabilização.

