A investigação sobre o colapso do Banco Master tomou um novo rumo em 14 de janeiro de 2026, quando o ministro Dias Toffoli exigiu explicações da Polícia Federal. Ele criticou a instituição por falhar em cumprir prazos estabelecidos para a execução de mandados de busca e prisão, o que pode ter prejudicado a investigação de um dos maiores escândalos financeiros do Brasil.
Toffoli destacou que a demora na operação, que deveria ter sido realizada em até 24 horas, pode ter dado tempo aos envolvidos para destruir provas. O despacho do ministro não apenas questiona a atuação da Polícia Federal, mas também levanta a possibilidade de que outras instituições, como o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal de Contas da União, tenham suas decisões contestadas devido à crise de confiança gerada pelo caso.
Este escândalo, considerado pelo ministro da Fazenda como uma das maiores fraudes bancárias da história do país, expõe fragilidades no sistema regulador do Brasil. Especialistas alertam que a crise pode causar danos irreparáveis à credibilidade das instituições financeiras e ao sistema de justiça, exigindo respostas rápidas e coordenadas para restaurar a confiança pública.

