Minneapolis aguarda a ‘desescalada’ anunciada pelo presidente Donald Trump em sua política antimigratória, após a morte de um enfermeiro durante um protesto. O incidente, que ocorreu no último sábado, provocou uma onda de críticas sobre a atuação de agentes federais, que resultou em uma mobilização intensa na cidade. A situação se agrava em meio à crescente insatisfação com as operações de deportação prometidas por Trump.
Stephen Miller, um dos principais assessores do presidente, reconheceu que os agentes podem ter violado procedimentos durante o confronto que resultou na morte do enfermeiro. A violência em Minneapolis se intensificou, especialmente após a morte de outro cidadão em janeiro, levando a uma reação forte de políticos locais, como a congressista Ilhan Omar, que exige a revisão das operações antimigratórias. Além disso, um relatório do Departamento de Segurança Interna detalhou a ação dos agentes, mas deixou muitas questões em aberto sobre o uso da força.
O governo federal, sob pressão, busca amenizar a situação, com Trump pedindo uma ‘desescalada’ e se reunindo com autoridades locais para discutir o assunto. No entanto, o clima em Minneapolis continua tenso, com protestos contra a presença de agentes federais na cidade. O desdobramento dessa crise pode impactar não apenas a política local, mas também as relações entre os Estados Unidos e países como o Equador, que já expressou preocupação sobre a atuação dos agentes de imigração em sua consulado.

