Nesta terça-feira (6), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para transferência imediata a um hospital, após uma queda em sua cela na Polícia Federal em Brasília. O ministro destacou que não há urgência que justifique a remoção, uma vez que os atendimentos iniciais realizados no local foram considerados adequados.
Moraes enfatizou que a defesa de Bolsonaro pode solicitar a realização de exames complementares, desde que haja uma indicação médica específica e a necessidade seja comprovada. Os laudos médicos devem ser apresentados ao tribunal, e a viabilidade de realizar os exames no sistema penitenciário será analisada antes de qualquer deslocamento hospitalar.
Com essa decisão, Bolsonaro permanece sob custódia na Superintendência da Polícia Federal, enquanto sua condição de saúde e os pedidos de exames seguem em análise judicial. A situação levanta questões sobre a saúde do ex-presidente e o tratamento que está recebendo durante sua detenção, no contexto de sua condenação a 27 anos e três meses de prisão.

