O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar a crescente fila do INSS, que atualmente conta com três milhões de pessoas aguardando atendimento. Essa situação se agravou desde a promessa do presidente Lula, em 2023, de acabar com a espera por benefícios, que em seu início contava com cerca de um milhão de pessoas na fila.
O inquérito foca na lentidão do agendamento de perícias médicas, apontando que a gestão atual não pode atribuir a culpa à falta de servidores, uma vez que houve um aumento significativo no número de cargos comissionados. Além disso, a situação se complicou com a prisão de alguns funcionários do INSS envolvidos em esquemas de fraudes, o que gerou ainda mais desconfiança sobre a administração do órgão. Fontes internas sugerem que a responsabilidade não deve recair sobre os servidores, mas sim sobre a gestão do atendimento.
Este desdobramento da investigação do MPF pode ter implicações significativas para a estrutura do INSS e suas práticas administrativas. As críticas à gestão petista e o aumento da fila de espera levantam questionamentos sobre a eficiência do sistema previdenciário e a capacidade do governo em atender às demandas da população. A continuidade da investigação pode resultar em mudanças necessárias para melhorar o atendimento e a confiança dos beneficiários no INSS.

