MPGO exige maior transparência em cortes de árvores em Goiânia

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

O Ministério Público de Goiás (MPGO) recomendou que a Prefeitura de Goiânia amplie a transparência nas autorizações para corte de árvores em vias públicas. A medida envolve também a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), a Secretaria Municipal de Eficiência (Sefic) e a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). A promotora de Justiça Alice de Almeida Freire destacou a importância de critérios técnicos claros e do acesso público à informação.

A recomendação surgiu após uma apuração de cortes recentes de árvores no Setor Bueno, onde moradores questionaram as justificativas e a execução de medidas compensatórias. O MPGO ressaltou que a supressão de árvores deve ser uma exceção e que laudos técnicos detalhados precisam ser apresentados. Além disso, as justificativas para as intervenções devem estar fundamentadas em critérios ambientais e urbanísticos.

O MPGO orientou a ampliação dos mecanismos de transparência, incluindo a divulgação de critérios técnicos e informações sobre as compensações ambientais. Também recomendou a instalação de placas informativas nos locais de corte e a criação de canais públicos para acompanhamento das autorizações. Com isso, a população poderá exercer um controle mais efetivo sobre as ações relacionadas à arborização urbana.

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