O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manifestou sua solidariedade ao governo de Nicolás Maduro, após sua prisão durante uma operação militar dos Estados Unidos. Em comunicado, o MST descreveu a ação como um ‘sequestro’ e acusou o presidente Donald Trump de ser ‘o maior pirata da atualidade’ por sua suposta busca por petróleo na Venezuela.
O movimento, liderado por João Pedro Stedile, argumentou que os ataques dos EUA demonstram um interesse imperialista, alegando que a verdadeira motivação por trás das ações é o controle das reservas de petróleo do país. O MST enfatizou que a segurança dos estudantes e militantes que atuam na Venezuela está garantida, ressaltando que eles se encontram em locais não afetados pelos ataques.
Com essa declaração, o MST não apenas reforça sua posição política em defesa de Maduro, mas também se insere em um debate mais amplo sobre a intervenção militar e os interesses geopolíticos na América Latina. A reação do movimento pode impactar a percepção pública sobre a situação na Venezuela e as políticas externas dos Estados Unidos na região.

