Mulheres abandonam grupos de mães por comportamentos tóxicos

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Mulheres compartilham relatos sobre suas vivências em grupos de mães, onde comportamentos tóxicos e julgamentos constantes se tornaram insuportáveis. Muitas decidiram se afastar, buscando preservar sua saúde mental e bem-estar diante das pressões sociais. A decisão de deixar esses grupos reflete a luta por um espaço mais acolhedor e menos crítico entre as mães.

Os relatos revelam a experiência de isolamento e ostracismo que muitas mulheres enfrentam, exacerbada por expectativas irreais e comparações constantes. Esse cenário gera um debate sobre a necessidade de criar comunidades de apoio que priorizem empatia e compreensão, ao invés de competição e críticas. O impacto emocional dessas interações pode ser significativo, afetando a autoestima e a saúde mental das participantes.

A crescente conscientização sobre esses comportamentos tóxicos pode levar a uma mudança nas dinâmicas sociais entre mães. Com mais mulheres se afastando de ambientes prejudiciais, há uma oportunidade para a formação de redes de apoio mais saudáveis e inclusivas. Esse movimento pode redefinir as experiências de maternidade, promovendo relações mais solidárias e menos julgadoras.

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