O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, foi reeleito para um sétimo mandato em uma eleição marcada por controvérsias, conforme anunciado no dia 17 de janeiro de 2026. A vitória foi contestada pelo seu principal rival, Bobi Wine, que alegou que os resultados eram ‘falsos’ e não refletiam a vontade do povo, gerando um clima de tensão política no país.
A reeleição de Museveni, que está no poder há quatro décadas, levanta questões sobre a legitimidade do sistema democrático em Uganda. Observadores internacionais e locais têm expressado preocupações sobre a transparência do processo eleitoral e a repressão de vozes opositoras. Esses aspectos podem impactar a estabilidade política e social na região, provocando reações tanto internas quanto externas.
Com a continuidade do governo Museveni, o futuro político de Uganda se apresenta incerto. A oposição e grupos da sociedade civil podem intensificar suas ações para contestar a legitimidade do governo, enquanto a comunidade internacional observa de perto a evolução da situação. O desdobramento desse cenário poderá influenciar não apenas a política local, mas também as relações de Uganda com outros países da região e do mundo.

