Na quarta-feira, 14, o empresário Nelson Tanure foi surpreendido com um pedido de busca pessoal emitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta, ele afirmou ter atendido à solicitação com “respeito e prontidão” e negou ser controlador ou sócio do extinto Banco Master, mesmo que indiretamente.
Tanure também rejeitou ter qualquer ligação societária com a instituição e destacou que suas interações foram exclusivamente comerciais, como cliente e aplicador. Ele enfatizou que todas as transações foram realizadas dentro das normas legais vigentes e que não teve envolvimento nas operações internas do banco, que gradualmente reduziu sua exposição ao longo do tempo.
Por fim, o empresário relatou que seu celular foi apreendido durante a busca, descrevendo a situação como inusitada em sua longa trajetória empresarial. Tanure expressou confiança nas investigações e acredita que todos os fatos relacionados a ele serão esclarecidos, reafirmando a legalidade de suas relações com o Banco Master, apesar dos prejuízos que a situação lhe trouxe.

