Nova Zelândia recusa convite de Trump para Conselho de Paz

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Em 30 de janeiro, a Nova Zelândia rejeitou o convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para fazer parte do Conselho de Paz criado por ele. Essa decisão se insere em um contexto onde apenas alguns países, como França e Noruega, também descartaram a proposta, que foi anunciada no Fórum Econômico Mundial de Davos. O ministro das Relações Exteriores, Winston Peters, afirmou que a Nova Zelândia não se juntará ao Conselho em seu formato atual.

Peters ressaltou que a Nova Zelândia não vê valor agregado significativo ao seu envolvimento, já que vários países da região se comprometeram a contribuir com o trabalho do Conselho em Gaza. Além disso, ele reafirmou o compromisso do país com as Nações Unidas, mencionando que o novo organismo deve operar em conformidade com a Resolução 2803 do Conselho de Segurança da ONU. A proposta de Trump gerou questionamentos sobre sua capacidade de competir com a ONU em questões de paz e segurança.

Embora a Nova Zelândia não tenha descartado completamente a ideia do Conselho, ela espera mais clareza sobre seu funcionamento e escopo de atuação. A situação continua a evoluir, e a posição de outros países diante da proposta de Trump será crucial para definir o futuro do Conselho de Paz. O governo neozelandês está atento aos acontecimentos e avaliará a relevância do Conselho em futuras discussões.

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