Onda de calor na Austrália é cinco vezes mais provável por aquecimento global

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Uma análise recente revela que a onda de calor que afetou amplas regiões da Austrália no início de janeiro foi cinco vezes mais provável devido ao aquecimento global provocado pela atividade humana. Este fenômeno climático, que trouxe temperaturas acima de 40°C em cidades como Melbourne e Sydney, é considerado o mais intenso desde o verão negro de 2019-2020.

As condições extremas não se limitaram às grandes cidades, afetando também áreas rurais de Victoria e Nova Gales do Sul, além de provocar calor extremo em regiões de Austrália Ocidental, Austrália do Sul e Tasmânia. Especialistas destacam que a gravidade das ondas de calor está aumentando e que, independentemente da aceitação dessa realidade, há um limite para a adaptação humana a tais extremos climáticos.

As implicações desse fenômeno são preocupantes, pois refletem um padrão crescente de eventos climáticos extremos, que podem ter impactos significativos na saúde pública, na agricultura e na infraestrutura em todo o país. À medida que as temperaturas continuam a subir, a necessidade de políticas eficazes de mitigação e adaptação torna-se cada vez mais urgente.

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