Em uma operação militar realizada em Caracas no dia 6 de janeiro de 2026, pelo menos 55 soldados cubanos e venezuelanos foram mortos, culminando na prisão de Nicolás Maduro. O governo cubano confirmou a morte de 32 de seus integrantes do Exército, enquanto as Forças Armadas da Venezuela relataram 23 vítimas. O ataque foi conduzido por forças especiais dos Estados Unidos, intensificando as tensões na região.
As tropas cubanas envolvidas atuavam como guarda-costas de Maduro, que havia reforçado sua segurança em resposta à escalada militar norte-americana. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, informou que a proteção a Maduro foi prestada a pedido do governo venezuelano. O general americano Dan Caine afirmou que a CIA monitorava Maduro há meses, destacando a complexidade da situação política na América do Sul.
A ofensiva dos EUA provocou reações contundentes, com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, enfatizando a responsabilidade dos governos e da ONU em se opor a essas ações. Além disso, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, condenou a operação e destacou a necessidade de solidariedade entre países aliados para combater o unilateralismo. Este episódio pode ter impactos significativos nas relações internacionais e na segurança regional.

