Otan e Dinamarca decidem reforçar segurança no Ártico após mudança de Trump

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, e a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, anunciaram nesta sexta-feira (23) um compromisso conjunto para fortalecer a segurança no Ártico. A decisão surge após a recente mudança de posição do presidente dos Estados Unidos, que havia ameaçado tomar a Groenlândia, um território dinamarquês. Frederiksen enfatizou que a defesa da região é uma preocupação coletiva para toda a Aliança Atlântica.

A declaração de Frederiksen ocorreu após uma reunião com Rutte em Bruxelas, onde ambos discutiram a importância do fortalecimento da Otan na área. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, também comentou que as discussões entre Dinamarca, Groenlândia e EUA devem ser iniciadas em breve, visando abordar questões de segurança. As ameaças anteriores de Trump haviam tensionado as relações entre a Europa e Washington, mas sua recente mudança de tom gerou novas esperanças para um diálogo mais construtivo.

As conversas futuras entre os países devem focar amplamente em temas de segurança no Ártico, refletindo a crescente importância geopolítica da região. Tanto os Estados Unidos quanto a Dinamarca são membros da Otan, e a colaboração entre eles é fundamental para garantir a estabilidade na área. O resultado dessas interações poderá ter impactos significativos nas dinâmicas de segurança do Ártico nos próximos anos.

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