O papa Leão XIV foi convidado a integrar o ‘Conselho de Paz’ idealizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O anúncio foi feito pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (21). O Vaticano está refletindo sobre a aceitação do convite, que tem potencial para influenciar a diplomacia mundial.
O ‘Conselho de Paz’ foi concebido inicialmente para supervisionar a reconstrução de Gaza após o conflito, mas sua função não se limita a essa região. Além do papa, líderes como o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, também foram convidados. O conselho, que será presidido por Trump, exigirá que seus membros contribuam com até 1 bilhão de dólares para sua manutenção e objetivos.
A criação deste conselho levanta preocupações sobre os interesses e a eficácia de um grupo que se propõe a promover a estabilidade global. A participação do papa poderia significar uma nova direção nas relações entre a Igreja e a política internacional. A resposta do Vaticano, ainda em análise, poderá ter repercussões significativas nas políticas de paz e reconstrução na região.

