Uma nova pesquisa da Quaest, divulgada em 14 de janeiro de 2026, aponta um aumento da rejeição ao presidente Lula, que subiu de 49% para 54%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro viu sua rejeição cair de 60% para 55%. Esses dados indicam que a corrida presidencial para 2026 será marcada mais pela rejeição dos candidatos do que pela adesão a suas propostas, refletindo um ambiente político polarizado e volátil.
Além disso, a pesquisa mostra que o governador paulista Tarcísio de Freitas enfrenta uma crescente rejeição, que subiu de 32% para 43%, o que acendeu alertas entre investidores que o veem como um candidato viável. Apesar do cenário aparentemente favorável para a centro-direita, economistas destacam que a situação permanece cautelosa, pois a rejeição ainda é um fator preponderante na decisão eleitoral.
Os gestores de mercado ressaltam que, embora os números eleitorais sejam relevantes, fatores externos, como tensões geopolíticas e políticas monetárias nos Estados Unidos, têm um impacto maior sobre o mercado financeiro. Até que os candidatos consigam consolidar apoios e apresentar propostas claras, a eleição de 2026 deve continuar a ser percebida como um embate de rejeições, mantendo o mercado em compasso de espera.

