Em uma conversa telefônica realizada no dia 7 de janeiro de 2026, o presidente colombiano Gustavo Petro discutiu com Donald Trump a possibilidade de formar uma aliança focada na exploração de energia limpa na América do Sul. O diálogo surgiu em meio ao interesse de Trump pelo petróleo venezuelano, criando um contraste nas visões sobre o futuro energético da região.
Petro enfatizou que a América do Sul possui um potencial significativo para a geração de energia limpa, mencionando que a produção atual é de 1400 GW, enquanto a demanda dos EUA por energia sustentável é de 840 GW anuais. Ele argumentou que investir na energia limpa não apenas beneficiaria os Estados Unidos, mas também seria um passo crucial na luta contra a crise climática, com um investimento necessário estimado em US$ 500 bilhões.
As declarações de Petro levantam questões sobre o futuro das relações entre a Colômbia e os Estados Unidos, especialmente no que diz respeito à política energética e ao meio ambiente. A proposta do presidente colombiano sugere uma mudança de paradigma em como a América Latina pode se posicionar globalmente, buscando alternativas sustentáveis em vez de depender de fontes de energia tradicionais e poluentes.

