Donald Trump anunciou a criação de um ‘Conselho da Paz’ para Gaza, com apoio inicial da ONU, e que ele pretende presidir indefinidamente. A proposta, apresentada em 20 de janeiro de 2026, foi recebida com ceticismo por diversos analistas e líderes internacionais, que questionam a viabilidade e a imparcialidade do novo órgão. O presidente brasileiro também recebeu um convite para participar, o que intensifica o debate sobre a posição do Brasil nesta questão delicada.
A iniciativa de Trump surge em um contexto de crescente tensão no Oriente Médio, especialmente em relação ao conflito israelo-palestino. A ideia de um órgão de transição internacional levanta questões sobre a soberania da região e o papel que países estrangeiros deveriam desempenhar em processos de paz. Além disso, críticos apontam que a liderança vitalícia de Trump poderia comprometer a neutralidade necessária para uma mediação efetiva no conflito.
As implicações dessa proposta são significativas, tanto para a política externa dos Estados Unidos quanto para as relações internacionais envolvendo o Brasil e outros países convidados. O sucesso ou fracasso do ‘Conselho da Paz’ poderá influenciar futuros esforços de mediação em conflitos globais. A crescente preocupação com a abordagem de Trump pode levar a uma reavaliação das alianças diplomáticas e estratégias de resolução de conflitos na região.

