A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, no dia 22 de janeiro de 2026, uma operação contra uma quadrilha especializada em furto de petróleo de oleodutos da Transpetro. A ação se concentrou em uma fazenda na Baixada Fluminense, pertencente à família Garcia, conhecida por sua ligação com a contravenção. Os criminosos estavam perfurando o duto e transportando o petróleo clandestinamente em caminhões-tanque, utilizando notas fiscais falsas para a venda do produto.
Durante as investigações, a Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) revelou que a quadrilha operava com uma estrutura organizada, incluindo intimidação de testemunhas e destruição de provas eletrônicas. A operação, denominada

