Em 6 de janeiro de 2026, o procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, fez um pedido ao juiz norte-americano responsável por um caso de narcoterrorismo contra o presidente deposto Nicolás Maduro. Saab argumentou que Maduro deve ser protegido pela imunidade de chefe de Estado e que os tribunais dos EUA carecem de jurisdição sobre o caso.
Além do pedido de imunidade, Saab revelou que três promotores iniciarão investigações sobre mortes que ocorreram durante uma ação militar americana em território venezuelano, que resultou na destituição de Maduro. Este desenvolvimento pode intensificar as tensões entre os governos da Venezuela e dos Estados Unidos, além de trazer à tona questões sobre a intervenção militar e sua legalidade.
As implicações dessa situação são significativas, uma vez que a defesa de Maduro pode gerar um embate legal prolongado nos tribunais dos EUA. A decisão do juiz poderá afetar não apenas o futuro político de Maduro, mas também as relações diplomáticas entre os dois países. O desdobramento desse caso poderá influenciar a postura internacional em relação à Venezuela e suas ações em defesa de sua soberania.

