Psicólogo alerta para armadilhas na busca pela felicidade na era digital

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Um renomado psicólogo best-seller explora as barreiras na busca pela felicidade, destacando que a crença de que a vida ideal deve ser isenta de emoções dolorosas é uma armadilha comum. Ele observa que, historicamente, a felicidade era associada a marcos como casamento e estabilidade financeira, mas essa visão tem mudado com o tempo. A pressão social aumentou com a ascensão das redes sociais, que criam uma imagem irreal de felicidade constante.

As redes sociais exibem uma vida idealizada, onde as pessoas parecem estar sempre felizes, viajando ou se divertindo. Essa representação distorcida pode levar a comparações prejudiciais e a um sentimento de inadequação. O psicólogo cita Sigmund Freud, que já advertia sobre a ilusão da felicidade constante, sugerindo que aceitar a inevitabilidade de emoções negativas pode ser um passo para a verdadeira realização pessoal.

A reflexão sobre a impossibilidade de uma felicidade ininterrupta pode trazer alívio em tempos de ansiedade generalizada. Ao reconhecer que a vida é feita de altos e baixos, os indivíduos podem encontrar um caminho mais saudável em sua busca pelo bem-estar. Essa mudança de perspectiva se torna ainda mais relevante em uma sociedade saturada por imagens de perfeição e felicidade instantânea.

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