O PT e o PL estão se mobilizando para polarizar a eleição para o governo do Rio Grande do Sul, com foco na sucessão do governador Eduardo Leite, que se prepara para candidatar-se ao Senado. O PT apresentou a pré-candidatura de Edegar Pretto, enquanto o PL aposta na candidatura de Luciano Zucco, que ganhou destaque ao presidir a CPI do MST em 2023.
O cenário eleitoral se torna mais complexo, já que Leite enfrenta dificuldades em encontrar um sucessor viável, enquanto tenta unir sua base em torno da candidatura do vice-governador Gabriel Souza. Além disso, a ex-deputada Juliana Brizola, que teve o apoio do governador em eleições anteriores, está em destaque nas intenções de voto, o que pode complicar as alianças que o PT busca estabelecer.
As movimentações políticas refletem uma preocupação crescente com a polarização em torno do MST, cuja influência é vista como uma faca de dois gumes. Edegar, que dirige a Conab, tenta distanciar-se dessa imagem, mas enfrenta resistência interna no PT. A disputa promete intensificar as divisões políticas à medida que as eleições de 2026 se aproximam.

