No último sábado, 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram uma operação que culminou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, provocando uma onda de reações internacionais. Líderes da América Latina e de outras partes do mundo se manifestaram, com opiniões que variam entre apoio e condenação à ação americana em solo venezuelano.
A União Europeia foi uma das primeiras a se pronunciar. Kaja Kallas, chefe de política externa do bloco, destacou a falta de legitimidade de Maduro e pediu respeito aos princípios do direito internacional. Presidentes de países como Argentina, Colômbia e Chile também se manifestaram, refletindo preocupações sobre a escalada militar e a necessidade de uma solução pacífica para a crise na Venezuela.
As implicações dessa operação e as reações subsequentes podem ter um impacto profundo nas relações diplomáticas na região. Enquanto alguns países, como Cuba, condenam a intervenção, outros, como a Argentina, expressam apoio. O governo brasileiro, ainda sem um pronunciamento oficial, observa atentamente a situação, o que poderá moldar futuras políticas em relação à Venezuela.

