O Reino Unido anunciou que não se juntará ao ‘conselho da paz’ idealizado por Donald Trump, conforme declarado pela secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper. Cooper expressou preocupações sobre a participação do presidente russo Vladimir Putin em um processo que discute a paz, especialmente considerando a ausência de compromissos claros de Putin em relação ao conflito na Ucrânia.
A decisão do Reino Unido reflete uma postura cautelosa diante de um tratado legal que envolve questões mais amplas e complexas. Gordon Brown, ex-primeiro-ministro britânico, ressaltou em artigo que Trump poderia ter alcançado uma vitória rápida nas negociações sobre a Groenlândia, mas a questão atual exige uma abordagem mais cuidadosa e fundamentada.
As implicações dessa decisão são significativas, pois indicam uma reluctância britânica em se associar a iniciativas que possam ser vistas como ineficazes ou mal orientadas. O governo britânico está, assim, focado em discutir questões pertinentes ao conflito na Ucrânia, enquanto busca alternativas que promovam um verdadeiro compromisso por parte das partes envolvidas.

