O regime iraniano enfrenta intensas críticas por sua repressão brutal aos protestos, resultando em milhares de mortes. Segundo relatos, mais de 3.000 pessoas morreram, embora organizações de direitos humanos sugiram que o número pode ser significativamente maior, com estimativas chegando a 30.000. A situação se agrava com a repressão ao trabalho de médicos que ajudam os feridos, aumentando a urgência de apoio internacional.
Diante dessa crise humanitária, a comunidade internacional é chamada a agir com cautela. O editorial enfatiza que ameaças militares por parte do presidente dos Estados Unidos não apenas são ineficazes, mas podem piorar a situação dos civis. A necessidade de apoio para os manifestantes é urgente, uma vez que eles enfrentam um regime que demonstra total desprezo pela vida humana e pelos direitos básicos.
O futuro do Irã continua incerto, com a população desafiando um regime que luta para manter o controle. A resposta do Ocidente deve priorizar a proteção dos civis e a promoção de um diálogo construtivo, em vez de ações que possam exacerbar a violência. A situação exige uma abordagem que considere o bem-estar da população, em vez de estratégias militares que podem resultar em mais sofrimento.

