Rio Grande do Norte recorda aniversários de ídolos esquecidos

Marcela Guimarães
Tempo: 1 min.

O mês de janeiro se despede, trazendo à tona as memórias de figuras importantes para a cultura do Rio Grande do Norte. Este ano, os aniversários de Alberi, conhecido como o Deus Banto da Frasqueira, que teria completado 81 anos, e de seu sucessor, Marinho Apolônio, que fez 71 anos, ocorreram sem qualquer homenagem pública.

A ausência de celebrações para esses ídolos destaca uma questão mais ampla sobre a valorização da cultura local e a memória coletiva. Alberi e Marinho são considerados referências em suas áreas, e suas contribuições merecem reconhecimento, especialmente em momentos que evocam nostalgia e reflexão sobre o passado cultural do estado.

As repercussões desse descaso podem ser significativas, pois revelam uma falta de engajamento com a história local. A valorização de ícones culturais é essencial para a construção da identidade, e a omissão de tais celebrações pode levar a um apagamento da memória coletiva. O chamado é para que a sociedade e as instituições culturais se mobilizem e reconheçam aqueles que moldaram a cultura potiguar.

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