O músico Roger Waters, fundador da icônica banda Pink Floyd, revelou em uma entrevista que teme por sua vida devido às suas críticas ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em conversa com Piers Morgan, Waters qualificou Trump como ‘demente’ e ‘maligno’, afirmando que seu comportamento imprevisível poderia levá-lo a encomendar sua morte, caso se sentisse ameaçado por suas opiniões.
Waters explicou que, apesar de considerar a possibilidade de deixar os Estados Unidos, como mudar-se para Portugal ou algumas ilhas do Caribe, ele se sente preso em um ambiente governado por uma pessoa que considera antidemocrática. O músico também fez referência ao assassinato de uma vítima de imigração, relacionando a situação atual do país ao perigo que ele percebe em sua própria vida, caso continue a criticar o governo.
A declaração de Waters acende um debate sobre a liberdade de expressão e os riscos enfrentados por aqueles que se opõem a figuras políticas poderosas. Sua análise do ambiente político nos EUA reflete uma crescente preocupação entre artistas e cidadãos sobre a segurança e a integridade em contextos de polarização e extremismo.

