Na madrugada do dia 9 de janeiro, a Rússia realizou um ataque com um míssil hipersônico contra a Ucrânia, resultando na morte de pelo menos quatro pessoas e ferindo outras 19 em Kiev. A ofensiva foi justificada pelo Kremlin como uma retaliação a uma suposta tentativa de bombardeio à residência oficial do presidente Vladimir Putin, informação que foi considerada uma ‘mentira’ pelo governo ucraniano.
O Ministério da Defesa russo alegou que o ataque tinha como alvo ‘objetivos estratégicos’ e foi uma resposta ao que caracterizou como um ato terrorista de Kiev. O bombardeio causou danos significativos, destruindo 20 edifícios e deixando a população sem serviços de água e eletricidade, levando o prefeito de Kiev a recomendar que os moradores se afastassem da capital temporariamente, em razão das baixas temperaturas.
As consequências do ataque se estendem além das baixas imediatas. O governo ucraniano anunciou que buscará apoio internacional, com reuniões urgentes no Conselho de Segurança da ONU e outras organizações. A alta representante da União Europeia também condenou a ofensiva, destacando que a resposta da Rússia à diplomacia é um aumento na violência e na destruição, enfatizando a necessidade de um apoio militar mais robusto à Ucrânia.

