Em 2026, o setor de fundos multimercados no Brasil pode experimentar um renascimento, conforme apontam especialistas do mercado financeiro. Guilherme Zaczac, do UBS Global Wealth Management, destaca que, após um ano de saques significativos em 2025, alguns gestores conseguiram se destacar, como Bruno Coutinho, que obteve retornos consistentes ao antecipar movimentos do mercado. Essa mudança de cenário pode atrair novos investidores em um contexto onde os mercados de risco estão se tornando mais atrativos.
O desempenho positivo de fundos como o K10, da Kapitalo, e o Verde, de Luís Stuhlberger, que superou o CDI, indica um potencial de recuperação para o setor. Apesar das dificuldades enfrentadas por algumas gestoras, a adaptação às novas condições econômicas e políticas tem sido crucial. Zaczac menciona que a redução nas taxas de juros pode melhorar a atratividade dos multimercados, especialmente em tempos de incerteza econômica.
As expectativas para 2026 são otimistas, com especialistas sugerindo que a diversificação dos investimentos será vital para o sucesso dos fundos multimercados. Os gestores estão se preparando para um ambiente de mercado mais favorável, onde uma abordagem estratégica pode gerar retornos significativos. O ressurgimento do setor pode sinalizar uma nova fase de crescimento, após um período de retração acentuada nos últimos dois anos.

