Em uma entrevista à BBC, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou que somente a Groenlândia e a Dinamarca têm o direito de decidir o futuro da ilha, em resposta a comentários do presidente dos EUA, Donald Trump. A declaração de Trump, que sugeriu que a Groenlândia é vital para a segurança nacional americana, foi prontamente rejeitada pelos líderes da Groenlândia e da Dinamarca. A posição de Starmer reafirma um compromisso com o respeito à soberania nacional e à autodeterminação.
Starmer destacou a importância da Dinamarca como aliada próxima do Reino Unido, especialmente no contexto da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ele enfatizou que a decisão sobre a Groenlândia deve ser feita exclusivamente por seus cidadãos e pelo governo dinamarquês, sem interferência externa. A declaração ocorre em um momento de crescente tensão internacional, especialmente após a recente invasão da Venezuela por forças militares dos EUA.
Além de abordar a questão da Groenlândia, Starmer também comentou sobre a situação na Venezuela, pedindo uma transição pacífica para a democracia. Ele se referiu ao presidente venezuelano deposto como

