O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou nesta quarta-feira, 7 de janeiro, o ex-presidente Jair Bolsonaro a deixar a prisão, onde está detido desde novembro, para realizar exames médicos no hospital DF Star, em Brasília. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, que permitiu que Bolsonaro fosse submetido a uma ressonância magnética do crânio, tomografia e eletroencefalograma.
A autorização surgiu após a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, informar que o ex-mandatário havia sofrido uma queda em sua cela e se ferido. Inicialmente, a autorização para a saída de Bolsonaro havia sido negada, mas um relatório médico da Polícia Federal indicou que ele apresentava apenas lesões superficiais, sem sinais de comprometimento neurológico.
Essa decisão do STF reflete a complexidade da situação legal de Bolsonaro e a atenção contínua que seu estado de saúde gera. O desdobramento dos exames pode influenciar não apenas sua condição médica, mas também os processos judiciais em andamento, uma vez que o ex-presidente enfrenta acusações graves relacionadas a uma tentativa de golpe.

