Nesta quinta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que há indícios de que o movimento islamista palestino Hamas irá entregar suas armas. Essa medida é considerada essencial em seu plano para solucionar o conflito em Gaza. Durante uma reunião de gabinete, Trump enfatizou que muitos acreditam que o Hamas não se desarmaria, mas suas declarações sugerem uma mudança de postura do grupo.
Trump também elogiou a colaboração do Hamas na recuperação dos restos mortais de um refém, Ran Gvili, ressaltando a importância dessa ajuda para a família do falecido. O enviado especial do presidente, Steve Witkoff, expressou sua confiança de que o Hamas cumprirá o que foi acordado, afirmando que a desmilitarização é uma necessidade imposta ao grupo. De acordo com o plano de Trump, um novo comitê deverá administrar a Faixa de Gaza sob sua supervisão.
Com a proposta de desarmamento do Hamas e a retirada progressiva das forças israelenses, a situação na região poderá se transformar significativamente. O plano, que inclui a criação de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, visa estabelecer uma nova ordem no território palestino. No entanto, o sucesso dessas negociações e a implementação efetiva das medidas dependem da disposição do Hamas em cooperar e do ambiente político regional.

