Durante um evento na Casa Branca, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ‘o massacre no Irã está cessando’. A declaração foi feita em 14 de janeiro de 2026, em meio a dias de repressão violenta às manifestações no país. Trump ressaltou que recebeu informações de que não há planos para a execução de detidos, ao mesmo tempo em que deixou em aberto a possibilidade de uma intervenção militar, afirmando que ‘vamos observar’.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, reforçou a posição do regime ao afirmar que não haverá execuções de manifestantes ‘nem hoje nem amanhã’. A ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, reporta que as forças de segurança iranianas já mataram mais de 3.400 manifestantes e detiveram mais de 10 mil pessoas, embora o número real possa ser ainda maior. O grupo de direitos humanos Hengaw também indicou que a execução programada de um manifestante foi adiada.
As declarações de Trump e as respostas do governo iraniano refletem a crescente tensão na região e levantam preocupações sobre a possibilidade de uma intervenção externa. A comunidade internacional observa atentamente a situação, que pode ter implicações significativas para a estabilidade do Irã e a segurança da região. A continuidade das manifestações e a repressão estatal permanecem um tema central nas discussões políticas e de direitos humanos em curso.

