No dia 15 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou sua intenção de invocar a Lei de Insurreição para lidar com os protestos que eclodiram em Minneapolis. A agitação na cidade teve início após a morte de uma mulher, Renée Nicole Good, durante uma operação de agentes de imigração, provocando indignação e manifestações populares.
Trump afirmou que tomaria medidas drásticas se as autoridades locais não agissem para conter os protestos, que ele descreveu como ações de ‘agitadores e insurgentes profissionais’. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, reconheceu o direito do presidente em usar a lei, mas não classificou a situação como uma insurreição, referindo-se a ela como violenta e repleta de violações da lei em diversos locais.
A resposta do governador de Minnesota, Tim Walz, destacou a rejeição a um aumento da violência nas ruas, enfatizando a necessidade de manter a paz e a ordem na comunidade. A situação em Minneapolis continua tensa, com relatos de confrontos entre manifestantes e agentes de imigração, colocando em evidência a polarização política e social que permeia o país.

